O QUE SÃO MAPAS MENTAIS?

O QUE SÃO MAPAS MENTAIS?

Revolucione seus estudos:

Afinal de contas, o que são mapas mentais?

Os mapas mentais foram idealizados por Tony Buzan, cuja intenção era otimizar o processo de aprendizagem e trazer maior qualidade aos estudos. 

Segundo ele, os mapas mentais funcionam assim:

“Um Mapa Mental utiliza todas as habilidades do cérebro para interpretar palavras, imagens, números, conceitos lógicos, ritmos, cores e percepção espacial com uma técnica simples e eficiente. Ele nos dá a liberdade de ir aonde quer que nossa mente nos leve.”

Tony Buzan foi autoridade mundial em aprendizagem, memória e uso do cérebro e suas obras estão disponíveis em 100 países, traduzidas para 30 línguas! 

Os mapas mentais podem ser simbolizados por uma árvore, cujo tronco é o conteúdo principal e os galhos são os assuntos diretamente ligados a ele.

É um sistema de conexões que parte de um tema central, favorecendo a memorização, a organização e proporcionando uma melhor representação visual da informação.

Mas não se engane: mapa mental é, sobretudo, técnica. É preciso muita prática e precisão para extrair o essencial de textos longos e organizar todas as suas informações de forma inteligível. Eles são comparáveis à tela em branco de um quadro: você tem um espaço limitado para trabalhar e deve fazer bom uso dele.

Imagine um artista que, querendo desenhar uma praia, pinta a areia, mas não deixa espaço suficiente para o mar?! Pode parecer engraçado, mas essa é uma das grandes (se não a maior) dificuldades em se elaborar mapas mentais: adequar conteúdo, espaço e relevância do assunto.

Os mapas mentais precisam abordar os temas com clareza, principalmente quando forem direcionados a uma terceira pessoa. Ela precisa bater o olho e entender cada ponto, tópico e conseguir encaixar tudo isso em um contexto geral.

É diferente de quando você faz um mapa mental para uso próprio, em que pode usar associações que só você entende, como piadas internas, mas que nada acrescentariam a uma terceira pessoa.

Não se esqueça que o objetivo dos mapas mentais é acelerar o processo de aprendizagem, mas com qualidade igual ou superior à do estudo “tradicional”, e isso só é possível com a conjugação de todos os fatores acima listados.

 

E como utilizar os mapas mentais de forma eficiente?

Para a neurociência, o processo de aprendizado se dá por diferentes modos de estímulo ao nosso cérebro. Os mapas mentais atuam tanto no campo visual-fotográfico (pela forma como são feitos), bem como ativam as áreas responsável pela leitura e concentração.

Para fazer uma prova de concurso público (cuja ideia pode ser replicada no Exame da Ordem, ENEM e provas em geral), minha recomendação é que você tenha um primeiro contato com a disciplina a ser estudada (através de cursos em PDF, livros ou vídeo-aulas), para então recorrer aos mapas mentais. 

Uma carga teórica anterior ajudará na rapidez com que você conseguirá assimilar e absorver o conteúdo dos mapas mentais, já que você estará apenas revisitando a matéria.

No entanto, em algumas hipóteses, vale o risco de se ir direto aos mapas mentais.

Ainda que tenhamos a consciência de que essa não a maneira ideal de estudar, algumas situações da vida cotidiana nos forçam por vezes a buscarmos alternativas, e, se for o seu caso, estarei aqui para te auxiliar.

Por exemplo: você está há um mês da sua prova e há ainda uma disciplina de peso pouco relevante que nunca estudou. Nesse caso, pode ser interessante “apelar” diretamente para os mapas mentais e para a resolução de questões, dedicando o restante do tempo a solidificar as disciplinas de maior peso.

Nesse caso, quando a prova já está logo ali, é melhor estudar apenas pelos mapas mentais do que não estudar por lugar nenhum, não é mesmo?

Falando nisso, posso listar aqui alguns dos principais benefícios de se estudar por mapas mentais:

    1. um único mapa mental pode condensar dezenas de páginas de livros e economizar horas de estudos;
    2. permite a revisão dos pontos principais de forma muito mais rápida;
    3. facilita a memorização;
    4. alivia o estresse causado por excesso de informação e pela desorganização;
    5. torna o estudo mais agradável;
    6. estimula a visão do tema em um contexto mais amplo, do todo, ao invés daquela visão em tópicos isolados, garantindo uma compreensão mais abrangente do conteúdo;
    7. desenvolve a capacidade de pensar por relações — uma das bases do pensamento sistêmico;
    8. facilita a aplicação do conhecimento, por serem uma representação mais próxima da que é utilizada pelo cérebro e sua complexa rede de conexões.

Em termos práticos, basta pensar que é mais fácil e motivador saber que você tem cinquenta mapas mentais para revisar, do que quinhentas páginas de livros e resumos.

Além disso, os famosos “brancos” na hora da prova nada mais são do que a consequência de apenas consumir e absorver um conteúdo sem, contudo, resgatar essa informação. Uma cena comum na rotina de quem estuda, não é?

Isso acontece pela falta de organização das informações. Um problema corrigido pela utilização dos mapas mentais, que ordenam o conteúdo para facilitar seu aprendizado e permitir que você o “acesse” quando for necessário.

Revisando por mapas mentais, a cada nova leitura, entendemos algo novo, um detalhe faz sentido, uma dúvida se esclarece e o todo se torna um pouco mais claro.

Para aprender um pouco mais sobre mapas mentais, deixo aqui meu vídeo Como Estudar por Mapas Mentais, em que falo em detalhes sobre importantes métodos de revisão por mapas mentais, como encaixá-los em sua rotina de estudos, como estudar por mapas mentais, como fazer um estudo ativo e técnicas para sua elaboração (como elaborar seus próprios mapas mentais):

 

Os Mapas da Lulu!

Conforme vimos, mapas mentais são diagramas que permitem uma melhor compreensão do assunto estudado, sem que isso te custe páginas e páginas de leitura. Sabe aqueles esquemas com setas sendo puxadas de um tema central, desenvolvendo o assunto? Pois é… essa é a ideia por trás dos mapas mentais.

Embora seja esse o conceito geral dos mapas mentais, sua elaboração depende muito da aplicação pretendida, podendo apresentar variações de formato e conteúdo. Os mapas mentais possuem uma infinidade de aplicações (desde receitas culinárias até complexos projetos de engenharia), e cabe ao autor adequá-lo a essas finalidades e ao público que irá utilizá-lo.

Em meus mapas mentais, os Mapas da Lulu, busco o melhor custo-benefício que um material voltado à preparação para concursos públicos pode ter.

Encontrei um meio-termo entre as facilidades oferecidas pelos mapas mentais – síntese e visão global do assunto – e as especificidades exigidas no mundo dos concursos (literalidades de súmulas e lei seca, detalhes importantes e nuances na linguagem que podem custar um ponto importante ao candidato que se atém apenas às noções gerais de um assunto).

Atenta a essa realidade das provas, considero essencial que Mapas Mentais voltados para concursos públicos tenham mais que apenas palavras-chave ou desenhos: assim, além de um esquema do assunto, nos Mapas da Lulu, estão também algumas súmulas e alguns dispositivos legais importantes em sua literalidade, macetes e mnemônicos para facilitar a memorização de pontos muito cobrados em prova e avisos das pegadinhas mais utilizadas pelas bancas para pegar os candidatos mais desatentos.

Após ser aprovada em três concursos públicos muito concorridos (chegando a 1.000 candidatos por vaga), aconselhar há quase três anos mais de duzentos mil concurseiros e ter resolvido mais de 14.700 questões de concursos das mais diversas áreas, acredite em mim: você vai querer o máximo de conteúdo (relevante) possível nos seus mapas mentais.

Um mapa reduzido, resumido demais, seria contraproducente e não te traria a melhora de performance em questões necessária para sua aprovação! Não se engane.

Veja um pouco da nossa história:

Como fazer seus próprios Mapas Mentais!

O primeiro passo é escolher o assunto do seu mapa mental. Selecione um tópico abrangente o suficiente para preencher o mapa mental. É comum que alguns conteúdos ocupem mais de um mapa, principalmente aqueles relacionados às disciplinas mais extensas, como Direito Constitucional.

Antes de iniciar a elaboração do mapa mental é importante uma leitura prévia do material a ser “mapeado”, podendo ser o capítulo do livro ou o PDF. Isso permitirá uma visão global do tema.

Escolhido o título, ele, normalmente, ficará bem no centro da página, mas isso não é uma regra. Apenas com a prática você vai pegar o jeito e melhorar sua noção de espaço. Até lá, recomendo que comece com o básico, que é a centralização do assunto principal.

A maior dificuldade inicial é prever a quantidade de matéria para ocupar um único mapa mental. Como disse, a tendência é que com o tempo você passe a adequar cada vez mais: conteúdo e espaço.

Colocado o tema central, os subtítulos/tópicos vêm naturalmente. Pode-se ter por base os próprios subtítulos do livro/PDF. De toda forma, a qunatidade dependerá muito do assunto tratado no mapa.

Particularmente, eu não fazia um rascunho ou um esquema antes de iniciar um mapa mental. Os primeiros ficaram um pouco desorganizados em razão disso. Entretanto, foi dessa maneira, errando e acertando no “olhômetro”, que peguei o jeito. Hoje, da mesma forma que é muito natural para mim, poderá ser também para você, caso treine.

Contudo, se achar necessário, esquematize os subtópicos que colocará no mapa. Apenas tome cuidado com o tempo, que é o bem mais valioso de todo concurseiro.

Uma boa dica é: a maioria dos meus mapas mentais têm categorias  padronizadas, como: “aspectos gerais”, “conceito”, “classificações” e “características”. Esses tópicos podem ser um bom ponto de partida para que você elabore seus próprios mapas mentais.

Em relação às pequenas frases que costumo usar nos meus mapas mentais, é interessante que você procure:

  1. escrever de forma topicalizada;
  2. resumir frases, abreviar palavras e até usar símbolos;
  3. usar exemplos auto explicativos (ao invés de tentar descrever o conceito);
  4. organizar o texto por indentação, fazendo subtópicos escalonados para explicações e exemplos (iguais àqueles “+” nas pastas criadas no PC).

 

Mapa Mental Digital ou no Papel?

Durante minha preparação para concursos públicos, fiz mais de 1.000 mapas mentais à mão utilizando caneta, lápis, marca-texto e folha branca A4. Parte desse material deu origem aos Mapas da Lulu 1.0. A principal vantagem de utilizar esses materiais é o baixo custo e a facilidade para começar (basta escrever).

Após minhas aprovações, comecei a elaborar novos mapas mentais do zero, os Mapas da Lulu 2.0. Nesse caso, como esses mapas mentais se destinam a outros concurseiros, decidi fazê-los no formato digital.

Apesar de digitais, os Mapas da Lulu 2.0 ainda são todos feitos à mão, só que utilizo um Tablet (Ipad pro 12,9”), uma Caneta Digital (Apple pencil) e um aplicativo (Goodnotes). A grande vantagem é a possibilidade de atualizar e alterar os mapas com mais facilidade, além de ser muito legível.

Por fim, para te inspirar, baixe 27 Mapas da Lulu 2.0 gratuitos logo abaixo:

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Sobre mim

Sobre mim

Especialista em preparação para concursos públicos, técnicas de aprendizagem acelerada e estudos de alto rendimento.

Aprovada, dentro das vagas, nos concursos de Auditor Fiscal Estadual de Santa Catarina (7º Lugar), Auditor Fiscal Estadual de Goiás (23º lugar), Consultor Legislativo (4º lugar) e Agente da Polícia Federal (em 2021).

Autora dos livros “Como Fazer Revisões”, “Como Estudar por Mapas Mentais” e “Como Estudar por Questões”.

Criadora dos “Mapas da Lulu” e idealizadora do curso “De Concurseiro a Concursado”.

Gestora do Instagram @laura.amorimc (com mais de 220 mil concurseiros), e @mapasdalulu (com mais de 68 mil concurseiros), além do canal no YouTube Laura Amorim (com mais de 70 mil concurseiros e 3 milhões de visualizações).

Dedico-me integralmente a ajudar outros concurseiros a serem aprovados no concurso público dos seus sonhos!

 

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